quarta-feira, novembro 25, 2020

Família de mulher que morreu após caminhão derrubar muro protesta em Mogi Guaçu


No dia 18 de outubro, vítima e o neto de 13 anos foram atingidos por pedaços de muro depois da carreta de uma transportadora bater na estrutura. Manifestantes pedem apoio da companhia ao garoto, que precisou ser internado. A família de uma mulher de 57 anos, que morreu após ser atingida por pedaços de um muro derrubado por uma carreta em Mogi Guaçu (SP), fez um protesto contra a empresa responsável pelo veículo na tarde de domingo (25). No acidente, o neto da vítima, de 13 anos, também ficou ferido e precisou ser internado na UTI com fraturas nas pernas.
Os familiares e amigos da mulher e do garoto se reuniram na frente da sede da empresa, onde o muro desabou, com bexigas brancas e cartazes que faziam menção ao luto e cobravam auxílio da empresa para o adolescente. Na ocasião, a companhia informou que iria prestar todo o apoio necessário às vítimas, mas, segundo os manifestantes, isso não aconteceu.
A EPTV, afiliada da TV Globo, entrou em contato com a empresa MT Guimarães Transportes, mas até a publicação não obteve retorno. O adolescente recebeu alta da UTI no domingo. O acidente aconteceu no dia 18 de outubro.
Familiares e amigos de mulher morta após queda de muro fizeram protesto
Reprodução/EPTV
O acidente
De acordo com a Polícia Militar, os dois estavam na calçada da Avenida Emília Marchi Martini, no bairro Chácara Nova Odessa, quando foram atingidos pelo veículo de ré. Ainda segundo a corporação, a carreta, que estava na parte de dentro da transportadora, bateu no muro de blocos e parte da estrutura desabou.
As duas vítimas foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a mulher não resistiu e morreu no local. O garoto foi encaminhado à Santa Casa de Mogi Guaçu e passou por cirurgia.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) informou que o motorista da carreta disse à Polícia Civil que “ao desengatar o trator acoplado ao reboque do caminhão” escutou um barulho e percebeu que o reboque havia andado para trás, atingido a mulher e o adolescente. O caso foi registrado no plantão da cidade como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
“A empresa MT Guimarães Transportes lamenta com muita tristeza o ocorrido. Foi uma fatalidade! Aguardamos a conclusão da Perícia Técnica. A empresa, através de seu advogado, no ato da ocorrência, passou o contato e disponibilizou todo suporte e apoio necessário à família”, disse a nota da empresa um dia depois do acidente.
Fátima Calisto morreu após um muro atingido por caminhão desabar em cima dela
Reprodução/EPTV
Mulher morreu atingida por blocos de muro em Mogi Guaçu
Reprodução/EPTV
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