terça-feira, dezembro 1, 2020

Veja os destaques do Terra da Gente deste sábado (31/10)


Programa traz observação na Chapada dos Guimarães, pescaria no Rio Mampituba e receita de “costela de tombo”. Udu-de-coroa-azul é uma ave típica do Pantanal e que se apresentou com todas as cores para nossas equipes
Terra da Gente
TG 1109
O Terra da Gente deste sábado (31/10) mostra cenas do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT) antes dos recentes incêndios. A beleza das aves e a diversidade de espécies se destacam. Elementos que revelam como o equilíbrio entre a força e a delicadeza pode ser a chave para que a área volte a se apresentar dessa forma. O programa reserva ainda mais uma aventura pelo rio Mampituba, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul , em busca de robalos. Dessa vez o destaque são iscas muito diferentes e personalizadas. Na “Hora do Rancho”, como preparar uma “costela de tombo”. Já ouviu falar?
Equipe do Terra da Gente visitou, meses antes das queimadas no bioma, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães
Terra da Gente
Imponente por natureza
Da força de paredões rochosos à vulnerabilidade de uma área que também foi afetada pelo fogo recente no Pantanal brasileiro. Depois de mostrarmos a nossa viagem ao Pantanal Norte, feita meses antes das queimadas, e a explosão de vida que é natural do bioma, nossa equipe partiu para o segundo destino mais procurado quando se fala em Mato Grosso.
Com as imagens feitas antes da destruição na Chapada dos Guimarães é possível admirar as áreas de montanhas repletas de paredões de arenito onde não apenas belezas cênicas prevalecem. Na imponência das rochas, as leves aves se abrigam. As estruturas oferecem espaços seguros para que os animais façam seus ninhos e se alimentem da argila como suplemento. Nesse paraíso moldado pela natureza nossa busca é pela diversidade de espécies que prova a relevância desse ambiente.
Iscas coloridas e personalizadas dão o tom da segunda parte da aventura pelo rio Mampituba
Terra da Gente
Mais aventura pelo Mampituba
No sul do Brasil a equipe do repórter Paulo Augusto foi conhecer uma linha de produção que auxilia muito na pescaria: a confecção de camarões artificiais para servirem como iscas para a pesca. Colocando à prova o produto e o rio Mambituba, os aventureiros partem para a pescaria de robalos. Se os aguapés e o tamanho dos peixes decepcionam e atrapalham no início, essas águas ainda guardavam grandes surpresas para a aventura!
Costela de tombo deve ser “regada” à água com frequência; processo garante suculência e maciez
Terra da Gente
“Costela de tombo”
Fogo intenso, carne macia e diversas especiarias. Essa é a combinação que garante muito sabor à “costela de tombo”, um prato que recebe esse nome pelo preparo demandar que a carne seja sempre revirada e “regada”. 50 minutos são os suficientes para garantir a suculência e maciez à mesa. A Nicolle Januzzi ensina o preparo às margens do rio Mogi-Guaçu, na cidade de Barrinha (SP).

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