sábado, dezembro 5, 2020

Artur Nogueira tem primeiro dia de rodízio de água neste sábado com corte em fornecimento para 16 áreas; saiba como funciona


Regiões com interrupção integram lista do ‘Grupo 2’ e fornecimento será alternado entre duas áreas a cada 24h. Prefeitura decretou calamidade hídrica em virtude do risco de abastecimento. Moradores tiveram que fazer filas em bicas para conseguir água em Artur Nogueira
Reprodução/EPTV
Artur Nogueira (SP) tem neste sábado (31) o primeiro dia do rodízio de água com interrupção no fornecimento do líquido para 16 áreas. De acordo com a Saean, empresa responsável pelos serviços de água e saneamento no município, os bairros estão divididos em dois grupos e o abastecimento será alternado por 24 horas, mas pode ser elevado para até 48 horas. Durante a semana, a prefeitura decretou calamidade hídrica em virtude das dificuldades para manter o abastecimento.
Os 16 bairros afetados neste sábado estão na lista do “Grupo 2” – veja abaixo a relação. Por outro lado, está mantido o abastecimento nas 35 áreas que integram o “Grupo 1” do município.
Grupo 2
Coração Criança;
Ipês;
Palmeiras;
Parque dos Trabalhadores;
Sacilotto 2;
Torres;
Vista Alegre;
Nogueira;
Conservani;
Egydio Tagliari;
Josephin Tagliari;
Decolores;
Casinhas (Nosso Sonho);
Bela Vista 2;
Cidade Jardim;
Arrivabene 4;
“Quando o Grupo 1 de bairros estiver recebendo água, o Grupo 2 não receberá e assim sucessivamente. Com a incerteza do período chuvoso, temos que tomar medidas para o abastecimento de forma regular para que tenhamos o abastecimento de forma mais homogênea possível”, diz nota da Saean. O total de moradores em cada grupo não foi confirmado, mas a prefeitura diz que a divisão é feita com base técnica, a partir de dados operacionais como rede de distribuição.
Grupo 1
Blumenau;
Benvenuto;
Centro;
Centro Alto (Tiradentes, Fernando Arens, entornos);
Conquista 1 e 2;
Jardim de Faveri;
Jd Rezek;
Jd. Amaro;
Jd. Do Trevo;
Jd. Paraíso;
Jd. Wada;
Laranjeiras;
Nosso Recanto;
Nova Artur;
Orlando Corrêa Barbosa;
Orquídeas;
Ouro Branco;
Parque das Flores;
Planalto 01;
Planalto 02;
Planalto 03;
Res. Jd. Leda;
Resek;
Ricardo Duzzi;
Rota das Flores;
Saciloto 01;
Santa Rosa;
São José;
São Luiz;
São Vicente;
Vila Queiroz;
Itamaraty;
Martinelli;
Jd. Do Lago;
Jatobá;
“O Saean informará diariamente quais grupos serão abastecidos enquanto durar o rodízio”, informa texto ao mencionar que caminhões-pipa serão usados como suporte aos reservatórios dos bairros.
O G1 questionou a prefeitura sobre quanto tempo o rodízio deve durar e qual a estimativa de economia durante o período de restrição. Segundo a assessoria, não há um levantamento sobre quantos litros devem ser preservados, mas defendeu que o objetivo é garantir que a lagoa Cotrins não seque.
“Infelizmente estamos tendo 80% menos chuvas que o normal em 2020, o que agravou o problema de abastecimento em Artur Nogueira e toda a região”, diz nota da empresa.
Outras áreas
Ainda de acordo com a empresa, os bairros Bom Jardim, Leonor, Manacás e San Marino, que têm abastecimento exclusivo por poço, podem ter fornecimento parado para que os reservatórios tenham nível suficiente para abastecer as áreas mais elevadas da cidade.
“O abastecimento de usuários essenciais como hospitais, maternidades, postos de saúde, unidades de hemodiálise, creches, escolas e Corpo de Bombeiros, terão abastecimento priorizado por caminhão-pipa”, destaca outro trecho da nota da Saean.
Calamidade hídrica
O decreto de calamidade hídrica vale por 180 dias, segundo a prefeitura. De acordo com o Executivo, a falta de chuvas reduziu o nível da represa Cotrins, que atende ao município, e prejudicou a captação.
No decreto, a administração municipal proíbe o funcionamento de serviços de lava a jato, lavador automático e lavagem manual de veículos em postos de combustíveis.
A prefeitura também vetou o uso de água tratada para lavagem de veículos e quintais. Segundo o documento, as práticas só estão autorizadas nas seguintes situações:
Aproveitamento de águas pluviais
Uso de água de caminhão-pipa, revendida por empresa legalizada;
Captação de água subterrânea – desde que exista outorga do Departamento Estadual de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE);
Tratamento e reaproveitamento de água usada no processo de lavagem;
O governo municipal estabeleceu multa de R$ 5 mil para quem descumprir a proibição do uso dos lava a jatos e lavadores automáticos, e R$ 500 ao morador que usar a água para lavar calçadas. Em caso de reincidência, os valores serão dobrados. A fiscalização será feita pelo Saean.
Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

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