domingo, maio 9, 2021

Canaviais ganham solução poderosa no controle de plantas daninhas resistentes


Novos herbicidas pré-emergentes da IHARA trazem a Tecnologia Yamato, que possui longo residual, alta seletividade e controle das principais plantas daninhas resistentes no Brasil. Canavial livre de daninhas.
Crédito: Shutterstock
Segundo os últimos dados da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (UNICA), a safra 2019/2020 registrou a marca de 590,36 milhões de toneladas de material processado. Esse número demonstra a tendência de crescimento na produção, que garante ao Brasil o status de maior produtor de cana-de-açúcar no mundo. Apesar dos números bastante promissores, o problema das plantas daninhas de difícil controle cresce a cada ano, gerando quedas na produtividade e com tendências de se agravar ainda mais em um futuro próximo.
Porém o combate a essas silenciosas inimigas tem sido cada vez mais desafiador, pois além da ação destrutiva, hoje existem mais de 50 casos de resistência que envolvem 28 espécies de daninhas, o que prejudica o produtor na hora de encontrar soluções eficazes. Estimativas apontam que, durante o período úmido e quente, o mato pode diminuir entre 57% e 80% a produção de cana por hectare.
A realidade dos canaviais: o que causa a resistência?
Entre os diversos fatores que influenciam na resistência das daninhas e consequente dificuldade no manejo, está a aplicação incorreta de herbicidas. Sua existência diminui o potencial dos insumos que aumentam a produtividade, reduz a eficiência das variedades e prejudicam o crescimento da cultura, uma vez que elas competem com a cultura por água, luz e nutrientes.
Com o passar dos anos, a maneira de cultivar cana-de-açúcar mudou, o que também levou as daninhas a se adaptarem à nova realidade. Hoje, as folhas largas rasteiras e de hábito trepadeiras são uma preocupação constante. Atualmente, 26% das recomendações de herbicidas são feitas para essas espécies e 74%, para as gramíneas.
Especialistas na cultura da cana-de-açúcar reforçam a importância do manejo da matocompetição.
“O controle em pré-emergência permite melhor manutenção do manejo, uma vez que as daninhas prejudicam a produtividade. O período em que a cultura convive com o mato no início do ciclo pode impactar fortemente nos resultados da lavoura”, explica o professor de agronomia da UEM, Rubem Oliveira.
Daninhas que provocam a matocompetição deixando a cana sem os nutrientes necessários para seu desenvolvimento.
Crédito: Shutterstock
Entre as principais daninhas da cultura da cana estão a mamona, a merremia, a mucuna e as cordas, plantas de folhas largas que apresentam difícil controle, tornando desafiador deixar o canavial no limpo. Com a resistência cada vez mais em evidência, os produtores precisam de um aliado para combater com precisão as daninhas do canavial.
“É necessário uma alternativa versátil, que controle as gramíneas na cana-de-açúcar e seja eficaz no combate a diversas espécies e em diferentes condições de temperatura”, observa Marcelo Nicolai, consultor na área de herbicidas e Diretor Executivo da Agrocon.
Os plantios brasileiros buscam uma opção que elimine a matocompetição e faça a lucratividade voar, que atue em qualquer etapa da plantação.
Falcon: tecnologia que protege o canavial da matocompetição
Sempre em busca de soluções e tecnologias que contribuam com a agricultura brasileira, a IHARA trouxe uma resposta para o problema das daninhas na cana-de-açúcar: FALCON, que oferece amplo espectro de controle de daninhas de folhas largas e estreitas, assegurando seletividade e segurança.
Falcon, o novo herbicida que está sempre alerta contra as daninhas da cana.
Crédito: Shutterstock
Falcon faz parte dos lançamentos Herbicidas do Futuro, linha de soluções pré-emergentes que trazem a Tecnologia Yamato que se destaca pelo longo residual, alta seletividade e controle das principais plantas daninhas resistentes no Brasil.
Em outubro de 2020, a IHARA lançou quatro herbicidas focados no manejo de resistência e de difícil controle:
KYOJIN: formulado especialmente para combater as daninhas resistentes em pré-emergência, proporcionando controle do capim-amargoso, pé-de-galinha, buva, entre outras, na soja e no milho;
YAMATO: já registrado em mais de 10 países e na lista dos principais herbicidas do mundo, esse produto é indicado para manejo de azevém, entre outras, no trigo, com aplicação em pré-emergência;
FALCON: essa tecnologia oferece amplo espectro de controle de daninhas de folhas largas e estreitas, assegurando seletividade e segurança. No Brasil, é registrado para as culturas de cana-de-açúcar, café, citros, eucalipto, pinus e mandioca;
RITMO: desenvolvido para uso na cana-de-açúcar, em época seca e semisseca, esse produto possui uma formulação de rápida absorção e fácil manuseio para manejo de daninhas de folhas estreitas e largas.
O professor associado 3, do Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Jacob Christoffoleti, conta que ficou impressionado com os benefícios de Falcon.
“Verificamos que o ponto fundamental para esta cultura é a seletividade desse produto. O produtor de cana reclama muito de problemas de injúrias na cana com a aplicação de herbicidas, e esse produto é 100% seguro, desde que utilizado dentro das recomendações da bula”.
O que também chama a atenção nos novos herbicidas da IHARA é a baixa toxicidade. Cada vez mais, o consumidor exige produtos agrícolas que não agridam o ambiente. Tanto que, entre os critérios das certificadoras, está a baixa toxicidade dos produtos. “Na cana-de-açúcar, a principal certificadora é a Bonsucro e um de seus itens de avaliação é a quantidade de herbicidas utilizada por hectare. Hoje, são exigidos que no máximo se utilize cinco quilos do princípio ativo por hectare no ciclo da cana. E o Falcon apresenta uma quantidade muito pequena de produto ativo, contribuindo para o setor atender aos critérios das certificadoras e do mercado”.
O uso de herbicidas pré-emergentes
Canavial se desenvolvendo no limpo.
Crédito: Shutterstock
Christoffoleti ressalta que, para o controle químico das daninhas, há duas opções: o uso dos herbicidas pré e pós-emergentes. Para o pesquisador, o produtor precisa diversificar o sistema, e os herbicidas pré-emergentes têm esse aspecto de diversificação. “Em decorrência da melhor aplicabilidade, 75% das aplicações de herbicidas são de pós-emergentes. Mas precisamos dos pré-emergentes, porque são eles que eliminam a matocompetição inicial”.
A IHARA trabalha para colocar as necessidades do produtor de cana-de-açúcar em primeiro lugar, oferecendo soluções eficientes, com efeitos poderosos e que garantem resultados elevados, sem prejudicar a planta ou os futuros plantios.
PARA USO DE HERBICIDAS CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO DE SUA CONFIANÇA!
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