domingo, maio 16, 2021

Comércio online se consolida após 1 ano de quarentena na RMC, mas desempenho não salva setor


Levantamento da Acic mostra que vendas online tiveram alta de 28,48% em março, na comparação com o mesmo mês de 2020; desempenho do setor varejista, entretanto, ainda apresenta queda de 2,91%. Comércio de Campinas reabre com a volta à fase vermelha do Plano SP
Reprodução/EPTV
Os números das vendas pela internet mostram que, após um ano de quarentena da Covid-19, o setor está consolidado na região de Campinas (SP). Balanço da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) aponta que o e-commerce movimentou R$ 80,3 milhões em março de 2021, volume 28,48% maior que o registrado no mesmo mês de 2020, o primeiro com impacto direto das medidas restritivas durante a pandemia.
Vendas online na RMC
Março/2020: R$ 62,5 milhões
Março/2021: R$ 80,3 milhões
O bom desempenho, entretanto, ainda não é suficiente para suplantar as perdas do setor com a queda nas vendas das lojas físicas, bastante afetadas com as medidas de isolamento social. Levantamento da Acic mostra que, nesse caso, o faturamento apresentado pelo comércio em geral na Região Metropolitana de Campinas (RMC) sofreu uma redução de 2,91% em relação a março do ano passado.
No primeiro trimestre de 2021, o comércio varejista da RMC acumula a perda de R$ 273,9 milhões. “Considerando que no acumulado de janeiro a dezembro de 2020 as perdas somaram R$ 5,048 bilhões, desde o início da pandemia o prejuízo acumulado atinge R$ 5,3 bilhões”, pontua Laerte Martins, economista da Acic.
A volta da região à fase vermelha do Plano SP ainda não gera grandes expectativas de melhora para o setor, uma vez que a “circulação de pessoas ainda é bem restrita e a única alteração é a possibilidade da retirada de produtos na porta dos estabelecimentos, permanecendo proibido o atendimento interno”.
Mercados em alta, bares e restaurantes em queda
O levantamento da Acic mostra que em março, na categoria de vendas de bens não duráveis, os supermercados apresentaram uma alta de 10,95%, seguidos postos de combustíveis (7,5%) e drogarias e farmácias (1,85%).
Já nas vendas de bens duráveis, todos os resultados foram de retração, sendo que serviços, bares e restaurantes sofreram uma queda de 22,8%.Os setores de turismo e transporte apresentaram redução de 11,5%, e também houve queda em vendas de vestuário (4,6%); nas lojas de móveis e departamentos (2,5%); e de materiais de construção (1,5%).
VÍDEO: veja o que é destaque na região de Campinas
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