quarta-feira, abril 14, 2021

Pazuello visita Campinas e vai a laboratório Sirius conhecer estudos sobre Covid-19


Chefe da Saúde do governo federal conheceu a maior e mais complexa infraestrutura de pesquisa do país, na manhã desta sexta-feira (26). Acelerador de partículas fica no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Sirius, laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, reforça a ciência no enfrentamento do novo coronavírus
Nelson Kon
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, realizou a primeira visita ao superlaboratório do acelerador de partículas Sirius, em Campinas (SP), onde vêm sendo realizadas linhas de pesquisa sobre o coronavírus, na manhã desta sexta-feira (26). A estrutura é a maior e mais complexa do Brasil em pesquisa científica.
O encontro com cientistas ocorreu a partir das 10h30 no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), onde Pazuello conheceu também o Laborátório Nacional de Biociências (LNBio).
O CNPEM é referência internacional e todos os seus laboratórios são abertos à comunidade científica e empresas. A instituição é supervisionado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
Entenda o Sirius, o novo acelerador de partículas do Brasil
Também participaram da visita o ministro substituto da Ciência, Leonidas Medeiros; o ministro da Educação, Milton Ribeiro; o secretário de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros; além de secretários e assessores. A comitiva deixou o CNPEM por volta das 13h15.
Pesquisas em Covid-19
No mês de abril de 2020, pouco depois do início da pandemia, uma pesquisa desenvolvida pelo Laborátório Nacional de Biociências analisou dois mil medicamentos para analisar a interação com o novo coronavírus e chegou a dois fármacos com resultados eficazes, que seguiram para testes in vitro para formar um coquetel de combate à doença.
Representação da ação do composto ativo do fármaco interagindo com a proteína do coronavírus
CNPEM/Divulgação
Em julho do ano passado, o Sirius conseguiu obter imagens em 3D de estruturas de uma proteína imprescindível para o ciclo de vida do novo coronavírus.
Imagem em 3D de proteína do novo coronavírus obtida no Sirius, superlaboratório instalado em Campinas (SP)
Sirius/CNPEM/Divulgação
Em setembro, um grupo do Instituto de Física da USP de São Carlos utilizou o acelerador na busca por uma “chave” para desativar o novo coronavírus.
A fonte de luz síncroton brasileira de quarta geração funciona como um grande microscópio, permitindo estudos e soluções para áreas como saúde, energia e meio ambiente, incluindo pesquisas relacionadas à Covid-19.
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